quinta-feira, setembro 22, 2005

Bons ambientes de trabalho

para quem já os teve maus, sabe a importância que eles têm.

Não é fácil - dia após dia, ter de estar com as mesmas pessoas, no mesmo espaço (a rotina pode matar). Os atritos tomam proporções inimagináveis, aquelas poeirazinhas que nos irritam ligeiramente transformam-se em cavalos de batalha, as pequenas teimosias passam a ser pontos de honra. Secretamente, odeia-se o chefe que não chefia, suportam-se os colegas aos quais não se pode fugir, reza-se fervorosamente para aguentar até 6.ª.

Chega-se, às vezes, a deixar um bom trabalho, logo após um chorudo aumento, porque a energia mental despendida para ultrapassar humores não compensa (o que é frustrante, mas evidente).

É por isso que sabe tão bem atingir aquele equilíbrio com as pessoas com quem se trabalha; sobretudo se isso vier de alguns anos de esforço, de acertos de agulhas. Tudo continua naturalmente imperfeito, mas cada um sabe com o que pode contar, há alguma base de confiança e ficamos todos a trabalhar para o mesmo.

7 comentários:

Weiss disse...

Olha dou-te toda a razão do mundo!
Chega a uma altura qu não se aguenta mais e temos de tomar uma decisão: ou vamos embora ou vamos embora! :D

marsalho disse...

Fatal como o destino.

Oumun disse...

xiiii....posso não comentar???????????

bonifaceo disse...

Esse tipo de atritos é chato quando acontece no trabalho, o bem estar mental é precioso para ter um trabalho produtivo e com qualidade. Pois, o melhor mesmo é desprezar o máximo essas pessoas ou certas situações.

Mipo disse...

o que vale é que, ao fim de uns anitos e experiências variadas, a malta vai aprendendo a passar por cima de algumas coisas (acho que se chama crescer... dizem); ao mesmo tempo, vai-se perdendo a paciência para parvoíces... Oumun, 'tá assim tão mau?!

marta disse...

E quando se tem um ambiente perfeito e as circunstâncias obrigam à separação? Estou na fase do trauma da separação :(

Mipo disse...

é olhar em frente, Easy; meia bola e força!